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O barato sai caro!

Já dizia a minha avó, a minha mãe, a minha tia…

 

Bem acho que sempre ouvi dizer meio mundo “ O barato sai caro…Abre os olhos”

 

Acho que uma familia nos Estados Unidos não conhece este ditado ( ou pelo menos nao conhecia…), não é que um casal americano comprou uma casa de cinco quartos em Rexburg, no estado de Idaho, por uma pechincha…Claro que ficaram felizes da vida a encontrar uma casita barata e que parecia estar em bom estado ( 178,5 mil dolares são cerca de 124 mil euros ). Só que; eles não sabia que a casa vinha com brinde… apenas umas centenas de cobras….

 

Fonte: G1

 

Mas quem é que compra uma casa sem sequer a ir ver?!?!

 

 

cobra 1

cobra

cobra 2

Declaro-vos marido… e almofada

Um coreano era tão fanático por desenhos japoneses Anime que resolveu demonstrar amor eterno a uma personagem da série Magical Girl Lyrical Nanoha. Para selar o compromisso, casou-se com uma almofada que tinha a personagem estampada, informa o portal «R7», que cita o site asiático «88ee.com».

O evento mereceu cobertura por parte de uma equipa de televisão coreana, exibindo o jovem e a «noiva» num parque de diversões, a divertirem-se na montanha russa e no carrossel. Depois de jantarem macarrão, o noivo e a almofada celebraram o casamento, vestidos… ambos… a rigor.

Apesar de bizarro, não é a primeira vez que algo assim acontece, existindo até um abaixo-assinado que circula na Internet a pedir ao Governo japonês que permita o casamento com personagens bidimensionais.

Fonte: tvi 24

Para consultar:

http://timaria.temkadisto.com/2009/11/27/japones-casa-com-personagem-de-jogo/

Mais um que se casou. Mas este ao menos foi mais esperto que o outro…

Sempre dá mais jeito dormir melhor agarrado a uma almofada do que a porra da consola…

Mas também, imagino a sujidade que aquilo não devera de ganhar…

Hum; será que o marido quando mandar limpar a almofada…não corre o risco de ser processado por tentativa de assasinato??

Crise lança nova tendência: dão casa a troco de sexo

tempos dificeis «Moda» alastra pelo mundo e já é visível em França, Espanha, EUA e até Austrália
A crise económica mundial tem sido responsável pelo surgimento de vários fenómenos sociais, decorrentes do desespero de quem perde emprego, casa e se vê afogado em dívidas e sem nada para fazer. A mais recente tendência surgida desta recessão pode muito bem ser também a mais degradante: troca de sexo por habitação.

Este novo tipo de negócio está a alastrar a vários países, incluindo já Espanha, França, Estados Unidos e até Austrália, noticia a revista «Sábado» desta semana.

«Jovem, bem parecido, organizado, asseado e formal oferece alojamento grátis a uma ou duas jovens em troca de relacionamento fácil, convivência, cumplicidade e relações sexuais de vez em quando». O anúncio é verídico, e está publicado na Internet. O jovem em causa, um espanhol, corresponde, provavelmente, ao perfil do anunciante tipo, neste tipo de negócios, já que os anunciantes são sobretudo homens jovens, com dificuldades em manter um relacionamento amoroso estável.

Quem responde, são jovens mulheres com dificuldades económicas. E não são poucas: em França, cada anúncio destes recebe em média três respostas por semana.

Esta nova realidade é mais frequente nas grandes cidades, como Madrid ou Barcelona, onde as casas são mais caras e raramente custam menos de 500 euros por mês.

De acordo com o jornal espanhol «El Mundo», o contacto inicia-se normalmente por telefone, e-mail ou através de chats online. Os anunciantes acabam por pedir às mulheres que enviem fotos e só depois pedem encontros pessoais para acertar as bases da relação.

Mas há já também casos em que são as mulheres, que necessitam de habitação, a colocar anúncios, oferecendo sexo em troca de um tecto.

Recentemente, o consagrado actor norte-americano Al Pacino confessou ao «The Daily Star» já ter feito um acordo deste género, quando era mais novo. «Tinha 20 anos, vivia na Sicília, e uma mulher mais velha dava-me comida e alojamento em troca de sexo. Havia manhãs em que acordava a sentir-me mesmo muito mal», disse na altura.

Fonte: Agencia Financeira